Coluna vertebral
Diagnóstico e tratamento de hérnia de disco, estenose, dor lombar e cervical, deformidades e outras condições da coluna.
Neurocirurgia
Cuidado especializado para uma vida com mais qualidade e menos dor.
Sobre mim
Neurocirurgia, coluna e dor
Médica neurocirurgiã especializada em cirurgia endoscópica e minimamente invasiva da coluna e em tratamento da dor crônica.
Graduada em Medicina pela PUC-GO, com residência em Neurocirurgia no Hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, e pós-graduação em Dor pelo Hospital Einstein e Gerontologia pelo Hospital Sírio-Libanês. Tem Fellowship internacional em Neuromodulação Invasiva.
Tem ampla experiência em casos complexos de dor, como neuralgia pós-herpética, hérnia de disco, dor lombar, dor cervical, dor pélvica e dores de cabeça de difícil controle.
Seu maior propósito é devolver qualidade de vida e liberdade a quem sofre com dores, com dedicação especial a pacientes idosos, que é sua grande paixão.
Membro das sociedades SBN SBED IASP
Saiba mais sobre mimEspecialidades
Diagnóstico preciso, tratamento moderno e cuidado integral para você retomar suas atividades e viver melhor.
Diagnóstico e tratamento de hérnia de disco, estenose, dor lombar e cervical, deformidades e outras condições da coluna.
Especialidade médica dedicada às doenças do sistema nervoso central e periférico, com avaliação individualizada para cada paciente.
Abordagem moderna e individualizada para dor crônica, neuralgia pós-herpética, dor lombar, cervical e pélvica, e dores de cabeça de difícil controle.
A consulta particular dura cerca de uma hora, com exame físico e leitura dos seus exames. Em horário comercial já inclui um retorno em até 30 dias.
Por que escolher
Proporcionar aos pacientes melhor qualidade de vida, oferecendo o tratamento adequado para a sua dor, com técnicas utilizadas nos melhores centros do Brasil e do mundo.
Cada paciente é único. Suas experiências, preocupações e sentimentos são considerados em um atendimento personalizado e acolhedor.
Atuação em doenças da coluna vertebral com técnicas minimamente invasivas, buscando favorecer a recuperação e o retorno às atividades.
Formação em instituições renomadas, especializações e compromisso contínuo com a qualidade, fundamentado nas evidências clínicas.
Depoimentos
Relatos de pacientes sobre o atendimento da Dra. Adriana Abrão.
Foi fundamental pra minha qualidade de vida, estava sentindo muita dor na coluna, Dra. Adriana me sugeriu o bloqueio, foi excelente o resultado. Além dela ser uma pessoa extremamente atenciosa e educada. Obrigada
Foi a melhor decisão que tomei ao aceitar o tratamento que ela me indicou. O bloqueio foi um alívio pra mim e melhorou muito a minha qualidade de vida! Super indico a todas as pessoas que estão com muitas dores da coluna! Eternamente grata
Consulta online
A Dra. Adriana oferece atendimento online por telemedicina — prática regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina —, com a mesma atenção e clareza do atendimento presencial.
Destaque na mídia
Entrevistas e participações da Dra. Adriana Abrão sobre saúde, pesquisa e tratamento da dor.
Dor no paciente idosoEntrevista para a PUC TV
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Informação em saúde
Conteúdos confiáveis e acessíveis sobre coluna, neurocirurgia e qualidade de vida.
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Respostas diretas sobre agendamento, cirurgia da coluna, dor crônica, neuralgia pós-herpética e telemedicina.
A consulta particular dura cerca de uma hora — tempo pensado para ouvir a sua história inteira, não apenas o resumo dela. A conversa vem primeiro: quando a dor começou, o que melhora, o que piora, como está o seu sono e o que a dor tirou do seu dia a dia.
Depois vêm o exame físico e a leitura dos seus exames de imagem. É dessa soma que sai o plano de tratamento, e não do laudo isolado. A consulta particular em horário comercial já inclui um retorno em até 30 dias.
Leve, sim — de preferência as imagens completas, e não só o laudo. Ressonância, tomografia e raio-X pelo link do laboratório ajudam muito mais do que a folha impressa.
Leve também a lista dos medicamentos que você usa e relatórios de tratamentos anteriores, se houver. Se não tiver nenhum exame, venha assim mesmo: parte do trabalho é justamente decidir qual exame faz sentido pedir.
O foco é coluna e dor: hérnia de disco, dor ciática, estenose de canal, espondilolistese, artrose da coluna, dor lombar e cervical crônica, fratura de coluna, dor neuropática, neuralgia do trigêmeo, neuralgia pós-herpética, dor pélvica crônica, dor por endometriose, polineuropatia e enxaqueca, entre outras.
Não são atendidos quadros fora dessa área, como fibromialgia, depressão, ansiedade, TDAH, autismo, Alzheimer, Parkinson e escoliose quando o foco não é a dor. O atendimento é para pessoas a partir de 16 anos. Preferimos dizer isso antes do agendamento a ocupar a sua agenda com uma consulta que não vai te ajudar.
Não. Problemas de coluna são muito comuns, mas apenas uma pequena parcela dos pacientes realmente precisa de cirurgia. A maioria melhora com tratamento clínico, reabilitação e, quando indicado, procedimentos guiados por imagem.
A cirurgia entra quando existe indicação real — compressão de nervo com repercussão importante, perda de força, ou dor que não responde ao tratamento bem conduzido. Achar uma hérnia no exame, por si só, não é indicação de operar.
É uma técnica em que a cirurgia é feita através de uma incisão de poucos milímetros, com uma óptica que leva a imagem ampliada até o alvo. Em vez de afastar músculos e ligamentos para enxergar, o acesso é feito por entre eles.
Menos agressão aos tecidos costuma significar menos dor no pós-operatório e recuperação mais rápida. Mas a técnica não substitui a indicação: ela é excelente quando existe um alvo bem definido, e não resolve tudo por ser moderna.
As cirurgias são realizadas no Hospital Mater Dei Goiânia e no Hospital Einstein Marista, em Goiânia.
A escolha do hospital para o seu caso é definida na consulta, considerando o procedimento indicado e a sua cobertura.
Depende do procedimento, da sua condição clínica e do que você faz depois da alta. Desconfie de quem der um número exato antes de te examinar.
Nas técnicas minimamente invasivas e endoscópicas a retomada costuma ser mais rápida do que na cirurgia aberta, justamente porque a musculatura é menos agredida. O combinado é sempre um retorno progressivo, com metas acompanhadas nas consultas de revisão.
Quando persiste por mais de três meses, em qualquer parte do corpo. A partir daí, ela deixa de ser apenas um sintoma de alerta e passa a ser um problema por si só, que merece avaliação especializada.
Dor crônica muda o sono, o humor, o trabalho e a convivência. Por isso o tratamento não olha só para o ponto que dói, mas para o impacto que a dor tem na sua vida.
É, e é mais comum do que parece. Dor não aparece em exame de imagem. Ressonância mostra estrutura; dor é experiência — e uma coisa não anula a outra.
Exame normal não quer dizer que a dor é inventada. Quer dizer que a explicação está em outro lugar, muitas vezes no funcionamento dos nervos e na forma como o sistema nervoso processa o estímulo. É esse tipo de dor que a avaliação especializada procura identificar.
São procedimentos em que a medicação é depositada exatamente onde ela precisa agir — junto a um nervo, a uma articulação ou a uma raiz nervosa — com o trajeto da agulha acompanhado em tempo real por ultrassom ou radioscopia.
Eles têm duas funções: aliviar a dor e ajudar a confirmar a origem dela. São procedimentos de baixo risco quando bem indicados e bem executados, mas risco zero não existe em medicina, e os limites de cada técnica são explicados antes na consulta.
Não. Desgaste na coluna é esperado com o passar dos anos, assim como cabelo branco — mas dor que limita a vida nunca é normal, em nenhuma idade.
Boa parte da prática da Dra. Adriana é justamente devolver autonomia a pessoas idosas que ouviram a vida inteira que não havia mais nada a fazer. Idade não é contraindicação para investigar nem para tratar.
Porque o vírus do zóster inflama o nervo por onde as lesões apareceram. Quando as feridas na pele cicatrizam, o nervo pode continuar lesionado e seguir enviando sinal de dor — é a neuralgia pós-herpética.
Ela costuma ser descrita como queimação, choque ou uma sensibilidade tão intensa que até o roçar da roupa incomoda. Não é frescura nem sequela inevitável: é uma dor neuropática, com tratamento próprio.
Tem. O tratamento combina medicações específicas para dor neuropática — que são diferentes dos analgésicos comuns — com procedimentos guiados por imagem sobre o nervo afetado, quando indicado.
Quanto mais cedo começa, melhor tende a ser a resposta. Esta é uma das áreas de maior experiência da Dra. Adriana, e é também um dos quadros atendidos exclusivamente em consulta particular.
É uma consulta por vídeo, em horário agendado, regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina. Permite avaliar o seu quadro, revisar exames junto com você, ajustar o tratamento e manter o acompanhamento sem deslocamento.
A Dra. Adriana já atende pacientes em mais de dez estados por essa modalidade. Para uma primeira avaliação com sinal neurológico — perda de força ou dormência progressiva —, o exame físico presencial costuma ser necessário em algum momento.
Sim. Receitas e pedidos de exame emitidos em teleconsulta têm assinatura digital com validade legal e são aceitos em farmácias e laboratórios de todo o país. Os documentos chegam a você por e-mail ou WhatsApp logo após a consulta.
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